5 blogs 5 posts

5 coisas que aprendi com um personagem

maio 25, 2017

Nas próximas quatro semanas (cinco contando com hoje, rs) teremos postzinho toda quinta-feira. Eu e mais quatro meninas estamos participando de um desafio de blogagem coletiva que se chama 5 blogs, 5 posts.

A ideia veio do blog da Emily e o objetivo é ir liberando, a cada semana, um tema novo que será trabalhado nos cinco blogs participantes (que eu vou linkar no final desse post). Esta semana falarei sobre 5 coisas que aprendi com um personagem.

Confesso que foi complicado escolher apenas um. Eu já aprendi tantas coisas com tantos personagens fictícios diferentes que daria para escrever uns mil tópicos risos. Depois de pensar bastante, decidi eleger uma personagem com a qual sempre me identifiquei e a qual conheci ainda adolescente (ou seja, aprendi realmente algumas coisas com ela).

Bom, escolhi falar sobre 5 coisas que aprendi com a Sydney Sage. Ela faz parte do universo de Vampire Academy e protagoniza os seis livros spin-off dessa série que eu tanto amo. Sage, além de ser uma alquimista-nerd, é obrigada a se infiltrar no mundo dos vampiros – a quem ela odeia. Tirando essa vidinha surreal, Sydney tem os mesmos medos e inseguranças de qualquer adolescente de 16 anos. Eis o que aprendi com ela ao longo de seis livros:


NÃO TENHA MEDO DE SER VOCÊ MESMA

Sydney passou a maior parte dos livros da série Bloodlines (e de suas aparições em Vampire Academy) contando calorias. Especialmente quando estava perto das garotas Moroi – que são super esbeltas naturalmente , ou das Dampiras – que podem comer um caminhão de comida e ainda assim têm o corpo em forma. Ela vivia se comparando a elas sendo que, além de já ser linda, ela tinha mil qualidades que deixava de lado por viver nessa luta. Os momentos em que mais amei Sydney eram quando ela valorizava (consciente ou inconscientemente) seus dons, sua inteligência e seus valores, não tendo medo de expor os pensamentos que tinha.

SER INTELIGENTE NÃO É MOTIVO PARA VERGONHA

Eu sempre fui razoavelmente inteligente. Sempre me destaquei um pouco nesse quesito pois tenho uma certa facilidade em aprender (além de me esforçar e prestar atenção *caham*). Isso foi um problema durante boa parte da minha vida porque as pessoas me tratavam mal por conta disso. Eu acabei me isolando e ficando quieta em muitas situações nas quais poderia ter colaborado com os meus conhecimentos, ou então expandido esse saber se não tivesse tido vergonha de perguntar algo. Sydney sempre foi muito estudiosa e aplicada, e isso só a ajudou e a fez descobrir coisas incríveis.

TENHA UM POUCO DE FÉ EM SI MESMA

A evolução da Sydney que conhecemos em VA para a Sydney de O Círculo Rubi (último livro de BL) é incrível. Ela não confiava muito em sua capacidade e vivia tentando provar para o pai (que é um grande babaca) que ela era boa o suficiente. Ao longo dos livros ela vai adquirindo uma certa autoconfiança e é lindo de ver. Me inspiro MUITO na Sydney nesse quesito, você nem imaginam o quanto.

ARRISQUE-SE

Só para contextualizar melhor: Sydney é uma humana que nasceu e cresceu dentro de um grupo religiosíssimo que não gosta de vampiros (estamos falando sobre um universo onde existem vampiros bons e ruins, mas eles não gostam de nenhum). Esse grupo cuida para que o resto da sociedade nunca tome conhecimento da existência de tais criaturas. Sydney é uma alquimista que recebe como missão “proteger” uma vampira da realeza cuja morte pode causar um abalo generalizado em todas as sociedades. Sydney passa a ter que conviver com criaturas que ela abomina e considera más. Ao longo do tempo, ela percebe que eles não são tão ruins assim e que são como os humanos: têm sentimentos, amam, sofrem, choram, se machucam, enfim, funcionam como qualquer pessoa – a única diferença é que alguns deles se alimentam de sangue.  Quando Sydney deixa de lado suas crenças arraigadas e dá uma chance para conhecer esse outro mundo, ela vive momentos incríveis que a ajudam a crescer como pessoa. Acredito que temos que deixar de lado algumas amarras e sair de nossa zona de conforto para poder evoluir.

APRENDA A CONFIAR ~UM POUCO~ NOS OUTROS

Eu sou um ser naturalmente desconfiado e nunca acredito 100% na maioria das pessoas. O número de pessoas em quem realmente confio cabe na contagem dos dedos de uma só mão. Sydney era assim também, e ainda tinha o adicional de não gostar de vampiros por sua natureza humana. Acredito que, por mais que não devamos cofiar cegamente nas pessoas, é preciso dar uma chance. Não podemos viver com o pé atrás a vida toda. É preciso tomar cuidado, sim, mas, quando aliviamos um pouco a pressão de não acreditar em ninguém, coisas boas podem acontecer. Aconteceu com a Sydney e aconteceu comigo. Vai acontecer com você também.


Por hoje é isso! Passem também nos outros blogs que estão participando clicando nos nomes abaixo.



🙋

música

Sete músicas (meio tristes) que são como um abraço

maio 13, 2017

Tem dias que só a música consegue aliviar um pouco do estresse, cansaço e até das bads que batem de vez em quando. 

Hoje, resolvi fazer uma listinha com algumas das músicas que eu costumo escutar quando passo por esses momentos. São canções que eu cresci ouvindo e que me ajudaram muito a enfrentar vários momentos complicados da minha vida. Agora elas costumam me trazer um pouquinho de paz quando eu as escuto - apesar de algumas serem meio ~tristes~.


Northern Downpour - Panic! At The Disco.
Hey moon, please forget to fall down
Hey moon, don't you go down
Sugar cane in the easy mornings
Watervanes my one and lonely



What a Catch, Donnie - Fall Out Boy
I got troubled thoughts
And the self-esteem to match
What a catch, what a catch




Fake Your Death - My Chemical Romance 
'Cause even heroes
Get the blues
Or any misery you choose
You like to watch
We like to use
And we were born to lose




We Still Believe - Stick To Your Guns
I'm sick and tired of all this giving up,
All I hear is talk, and I've had enough.
Single minded, overwhelmingly one sided.
Refusing humanity, does not award morality.
Hope's not dead so we'll forever scream,
Until it's deafening



All I Want - A Day To Remember

So let's get back to when everything seemed perfect
Not a worry in the world, tell me was this all worth it?
I get what I want so everyone's always judging me
I'm not afraid of anything, I've got the whole world in front of me




Beautiful Place - Good Charlotte

Father, can we start over?
Take me to the places that we lived
Before the days came, made us older
I wanna feel the way I did back then
Befor my heart grew cold




Never Too Late - Three Days Grace
The world we knew
Won't come back
The time we've lost
Can't get it back
The life we had
Won't be ours again



Eu sei, eu sei, a maioria delas parece super triste. É é mesmo. Mas para mim são tipo um abraço, como se alguém me pegasse pela mão e dissesse "vai ficar tudo bem"...

📻

Avengers

Escrevi uma FANFIC com um super crossover

maio 08, 2017

Bom, pelo menos eu tentei. Tudo começou com este gif e um post no Tumblr que dizia "imagine Sherlock helping you through a though breakup" (imagine o Sherlock te ajudando depois de um término difícil):



Isso já faz alguns anos, ok? Então, na época eu e uma amiga estávamos surtando através de uma conversa no WhatsApp, este gif veio a tona e ai a gente começou a viajar imensamente - fangirls enlouquecidas que somos. Ai eu tive a brilhante ideia de escrever uma Fanfic com as ideias que a gente teve naquela conversinha (sim, eu faço isso, tenho até uma conta no Nyah!, porém impublicável). 

Fui despejando coisas numa página em branco do Word e até que rolou. Eu me divirto lendo, honestamente. A única coisa é que eu nunca terminei. Tem duas versões, mas essa eu acho que está melhor escrita, então vai essa. 

Et voilà!



-- Ah, façam-me um favor e esqueçam-nos. Eles são apenas grandes imbecis! – bradou Sherlock Holmes, sem a mínima paciência para dramas românticos, mas, no fundo, com uma pontada de preocupação na voz. Ele virou as costas, caminhando com sua postura altiva para fora da sala. 
Sentado na mesinha de centro, coisa que normalmente não faria em uma situação normal, John Watson fechou os olhos com força e pressionou o espaço entre as sobrancelhas com o polegar e o indicador. Era apenas mais um dia na vida de seu colega de casa, mas ele ainda não havia se acostumado. Em sua frente, ocupando as poltronas macias da sala, estavam duas adolescentes chorosas, de cabelos estranhos e roupas pretas. Uma, roía a unha do dedão da mão direita enquanto se balançava para frente e para trás, com um olhar assassino no rosto extremamente pálido. A outra, puxava os cabelos com mexas que um dia foram azuis, mas agora estavam num tom de verde desbotado, e grunhia de vez em quando, murmurando algo sobre cabelos pretos bagunçados e camisetas rosas. John estava realmente bravo. Não com as jovens, mas sim com quem as havia deixado daquele jeito.  
Sherlock já estava sozinho há muito tempo e o médico tinha medo de que ele pudesse aprontar mais uma das suas. Fez um gesto apaziguador enquanto se levantava esperando que aquelas duas não começassem a chorar novamente. Atravessou o arco que levava à cozinha, mas não conseguiu chegar nem à metade do caminho quando a campainha tocou. Frustrado, ele se virou e foi abrir a porta. 
Seu rosto ficou imediatamente vermelho. 
-- Uh, olá, eu sou o Doctor. – disse o Doctor, abrindo caminho através de um confuso e irritado John Watson. – Sherlock! Ai está você. Bo-yah! 
Watson seguiu o estranho até a sala, onde as garotas continuavam absortas, formando perguntas que morriam antes mesmo que ele conseguisse falar alguma coisa. 
-- Sherlock, quem é... O que está... Por que diabos você... – ele balançou a cabeça e respirou fundo. -- O que, em nome de Deus, está acontecendo aqui? 
O detetive revirou os olhos e se virou para encarar o parceiro. 
-- Eu acredito que ele já se apresentou meu caro Watson. John, esse é o Doctor, Doctor, este é John. Ele mora aqui. – ele deu de ombros. – Vamos ao que interessa: precisamos encontrar dois espécimes masculinos, que estão, ou ficarão, com grandes problemas. 
-- Problemas? – perguntou o Doutor, franzindo o nariz pontudo. – Eu não gosto de problemas. Problemas só causam problemas e isso não é uma boa coisa. Eu vivo dizendo para os humanos evitarem problemas, mas eles nunca me escutam. Vocês não conseguem ficam longe de problemas nem por um momento? Eu sou um senhor do tempo, não um resolvedor de problemas. Se vocês precisarem de um, no entanto, podemos ir até o planeta dos resolvedores de problema e pedir gentilmente... 
John estava boquiaberto e não entendia uma palavra do que o estranho dizia. Resolvedores de problemas? Ir a outro planeta? Sherlock tinha muito que explicar. 
-- Doctor, o problema não é meu, o problema é dos dois jovens e nós não nos importamos com eles. Nós nos importamos com elas – interrompeu Sherlock, apontando para as meninas com o queixo. 
Como se tivessem acordado de um transe as duas garotas ergueram a cabeça ao notar o homem esguio de gravata-borboleta e roupas antiquadas parado em frente a elas. Elas se encararam por um momento, dialogando silenciosamente com o olhar e, então, sem aviso, começaram a gritar em uníssono.  
-- Jesus Cristo, Sherlock, faça isso parar! – berrou John, tentando se fazer ouvir acima do barulho. 
O Doutor sacou sua chave de fenda sônica e apontou para ambas, que, no momento, pareciam a maior ameaça. 
-- O que você vai fazer? – perguntou a que usava óculos, arqueando uma sobrancelha castanha. – Construir um móvel, querido? 
A amiga também parou de gritar, mas passou a rir histericamente. O Doutor olhava de uma para outra em choque. John estava muito bravo. Sherlock considerou se jogar do telhado novamente. Tacitamente, os três homens decidiram ir pra a cozinha, deixando-as sozinhas com sua loucura.  
-- Sherlock eu exijo que você me diga o que diabos é tudo isso. – exigiu, John com o rosto vermelho. 
-- Você é cego e surdo, John? – perguntou Sherlock – A situação é muito clara: aquelas duas jovens precisam de ajuda. Nós as ajudaremos. 
-- Desde quando você ajuda pessoas, Sherlock? 
O detetive deu de ombros e ignorou a pergunta. 
-- Como eu ia dizendo, Doutor, precisamos encontrar dois rapazes.  
Outra batida na porta, dessa vez mais violenta, seguida por uma voz forte e raivosa. 
-- Sherlock, abra essa porta ou eu mesmo a derrubo. 
-- Vá abrir a porta, John. 
John, muito irritado, foi abrir a porta.  
Um olho castanho o encarou por alguns segundos. O outro estava coberto por um tapa-olho preto. Pela segunda vez naquele dia, um homem desconhecido, dessa vez vestido de preto, cruzou a porta do número 221b, empurrando John para o lado como se ele não existisse. Virando-se para fechar a porta, o médico quase engasgou ao dar de cara com uma mulher ruiva. Ela sorriu e também entrou na casa. John saiu para a calçada, disposto a esfriar a cabeça e esperançoso de que tudo aquilo não passasse de uma alucinação. Desceu um degrau, depois outro. Um carro preto, provavelmente alugado, encostou na guia e dois homens altos e fortes saltaram do veículo. Ele respirou fundo. 
-- Vocês também vieram para o chá? 
Os novos visitantes se entreolharam. O mais alto falou primeiro: 
-- Nós estamos procurando por, uh, um homem que mora aqui. – ele olhou para o companheiro, como se buscasse afirmação ou apoio. – O nome dele é Sherlock... Holmes. 
-- Puta merda.  
Uma voz fina quebrou o silêncio constrangedor que se instalara. Surgindo por trás dos ombros de John, a menina mais alta cruzou os braços na frente do corpo e ficou encarando os recém-chegados. 
-- Dean? Sam? 
-- Sam? Dean? – a outra garota se materializou ao lado da amiga e arregalou os olhos. – V- você também está vendo eles, não está?  
Dean balançou a cabeça. 
-- Ok crianças, o show terminou. Vamos entrar e acabar logo com isso. 
Na cozinha, a ruiva, que John logo descobriu chamar Natasha Romanoff, estava encostada na bancada, enquanto o homem de sobretudo preto, Nick Fury, preparava chá. Franzindo o cenho, o médico resolveu parar de questionar os acontecimentos. 
Dean foi o primeiro a falar depois de vários minutos de silencio. 
-- Muito bem, vamos lá vocês duas, expliquem direito o que aconteceu. 
A loira pigarreou e seu rosto começou a ficar vermelho conforme ela falava. 
-- Nós já contamos tudo para o Sherlock, ele não disse? – ela apoiou os cotovelos na mesa, esticando o corpo para frente. – Ok, tudo começou quando eu, de forma idiota, achei que um cara pudesse gostar de mim e comecei a falar dele para a Sarah. 
Sarah se levantou da cadeira onde estava e bateu carinhosamente na cabeça da amiga. 
-- Sim, mas eu também passei a falar do meu idiota para você, querida. – ela apoiou o quadril na mesa e continuou a história. – Nós duas nos animamos muito com a idéia. Eles são perfeitos. Quer dizer, não perfeitos como o Dean, mas eles são tão fofos e o meu tem aquele cabelo bagunçado que me dá vontade de ficar o dia todo passando os dedos entre aqueles cachos loirinhos e...  
Rose suspirou irritada. 
-- Eu pensei que estivesse rolando alguma coisa. – continuou. – Mas era tudo coisa da minha cabeça. Ok, ele me deu uns sinais que realmente foram bem filhos da puta, mas talvez isso fosse coisa da minha cabeça também. Não sei.  
Sam franziu o cenho e bebeu um gole de seu chá.  
-- Ok, deixa eu ver se entendi direito – começou ele – vocês duas se apaixonaram por dois caras e eles não perceberam? É isso? 
Sarah e Rose se entreolharam e concordaram com a cabeça.
-- Bom, sim – respondeu Sarah.

E acabou assim. Eu não faço ideia de para onde ia levar essa história. Só sei que tenho anotadas as ideias e elas envolvem até um momento Tony Stark/Captain America se estranhando. Aos fãs de todas essas séries e filmes, eu sei que tem muita coisa que não bate, mas era de madrugada e eu não estava pensando em ser coerente, só queria fazer uma coisa legal para uma amiga rir.
💀

coisas aleatórias

O que eu faria com aqueles famosos 60 segundos

maio 07, 2017

"Se sua casa pegasse fogo e você tivesse apenas 60 segundos para pegar alguma coisa, o que você pegaria?"

Antes de responder a esta pergunta, preciso declarar o meu amor infinito pelo filme "Casa Comigo?" e pela maravilhosa Amy Adams. É isso.


Esses dias apareceu uma postagem num grupo de leitores no Facebook com a seguinte pergunta: O que você salvaria se sua casa pegasse fogo? Apaixonada que sou pelo filme maravilhoso de 2010, "Casa Comigo?", já respondi essa pergunta uma centena de vezes na minha cabeça. É muito difícil imaginar algo assim acontecendo. Em primeiro lugar porque deve ser a pior coisa do mundo ver a sua casa, o seu lar, sendo consumido pelo fogo. Não sei nem como eu me sentiria diante disso. 

Bom, as respostas mais comuns eram pegar o catioro e o gatíneo, e alguns eletrônicos, como notebook e celular. Cara, eu não consigo nem pensar nisso. Eu não consigo dar uma resposta só porque são tantos cenários possíveis (overthinker here), mas vou descartar a possibilidade de ter que salvar 1. meus pais, ou algum outro familiar e 2. minha catiora ou outro animalzinho que estivesse ali por acaso.

Reduzindo as opções para -coisas- fica melhor, mas ainda fica difícil. Eu tentaria salvar o máximo possível de livros, filmes e boxes de séries, além do meu notebook já que toda a minha vida está contida nele. O celular já ia estar no bolso, como sempre, então não seria necessário to rindo, mas to nervosa. Acho que tentaria pegar umas roupas também e meu travesseiro. PQP, meu travesseiro é muito importante. Eu sou muito difícil para me acostumar com travesseiros, demoro anos pra encontrar um que fique bom, por isso que quando finalmente acho tenho que aproveitar meu sono com ele o máximo possível. #whitepeopleproblems, eu sei. 


desafio

Aquele em que eu decido iniciar uma nova empreitada literária...

maio 06, 2017

... sem ter cumprido nem metade da primeira. 
Bom, alguém que já tenha lido alguns posts do blog deve ter percebido que eu sou meio ruim em cumprir metas. Sou ótimas em estabelecer, mas realizar é um probleminha. Caso você não saiba do que estou falando, clique aqui, aqui e aqui para se inteirar sobre a minha saga de vida que é deixar de procrastinar. 
Aqui, uma foto não muito boa de um trecho da minha estante porque eu não tinha o que colocar para ilustrar o post
📚

Meu objetivo literário deste ano (Skoob) é ler todos os livros que eu tenho, mas que porventura ainda não li (atualmente o número está em 72, se  eu não me engano). Porém, contudo, entretanto, todavia, fui reler umas resenhas antigas que fiz quando tive outros blogs (com este mesmo nome, btw) e vi que estão impublicáveis. A única maneira de postar uma resenha sobre livros que li no passado é (tchanam) os relendo! Yupie! 

Então é isso, decidi iniciar uma jornada de releituras que deve incluir os seguintes títulos: No Bosque da Memória, Dentro do Espelho, O Livro Perdido das Bruxas de Salém, Frio na Espinha, Nudez Mortal (este aqui é mais para saborear a história de novo, do que por falta de lembranças) e acho que é isso. 

Eu já li vários livros. Porém não vou escrever sobre todos eles, é claro. Daqui pra frente tentarei resenhar os livros assim que termino de ler, mas não prometo nada (até porque estou terminando de ler a parte 2 de Um Sopro de Neve e Cinzas, que é o 6º livro da Outlander, então...). Tenho um plano de falar sobre livros em série, e eu já li vááários assim porque amo continuidade. 

É isso. 

📝


52 Semanas

Coisas pra se fazer no frio

maio 05, 2017


Olha eu aqui cumprindo mais um tópico do Desafio das 52 Semanas (que, né, vai levar um pouco mais do que isso no ritmo que eu posto as coisas). Hoje escolhi falar sobre um tema muito propicio já que estamos tendo algumas amostras do frio que está por vir no próximo inverno. ♥

Então vamos lá:


  1. Ser feliz. Ninguém nunca vai ser capaz de me convencer que exista qualquer clima melhor do que o frio. Amo quando os termômetros começam a marcar temperaturas menores que 15 graus. É o paraíso. 
  2. Comer como se não houvesse amanhã. Sim, eu vivo tentando ser fitness, eu faço umas dietas malucas e tal, mas eu gosto mesmo é de comer e o frio é perfeito para tal atividade. Confort food, então, nossa, é a felicidade sólida com esse tempinho. Vou citar as minhas favoritas: pipoca, brigadeiro e chocolate quente. Beijos pros 58kg que eu gostaria pesar.
  3. Se enrolar igual um burrito nas cobertas/na roupa. Eu não gosto de frio porque gosto de sentir o vento gelado congelando minha face. Nope. Gosto porque você pode se vestir com várias camadas de roupas e/ou cobertores e ficar quentinha e confortável. 
  4. Ficar em casa lendo um livro. Vocês não têm noção como eu adoro ler na época no frio. Eu viajo bem legal na batatinha porque não tem aquele calor desgraçado me incomodando e me fazendo querer morrer (vide este post), nem tenho que parar de ler a cada cinco minutos para tomar um banho ou ir beber água.
  5. Se aninhar na cama com mozão. Gente, quem tem um mozão sabe do que eu tô falando. No calor, por mais amor que exista no seu relacionamento, chega uma hora que fica bem desconfortável ficar naquele abracinho suado provocado por uma combinação de muito calor e lençóis. O frio colabora até com l'amour. ♥
⛄⛇


coisas aleatórias

Aprendi alemão (e HTML) dormindo

maio 04, 2017

Ultimamente tenho sonhado com posts para o Blog. Pois é. O problema é que quando acordo já não me lembro mais das ideias que tive (e juro, são ideias bem legais, mas né, só lembro sonhos estranhos).  Hoje me peguei pensando em como seria bacana conseguir recordar o que escrevi e os temas que pensei enquanto dormia, e me lembrei de uma comunidade do falecido Orkut que se chamava "Aprendi alemão dormindo". Caso você não tenha passado por essa fase da Internet, aqui está um printzinho:


Não sei ao certo como cheguei a esta comunidade na época, porque eu definitivamente NÃO aprendi alemão dormindo. Não sei nem se consigo aprender acordada e prestando atenção numa aula, mas enfim. Eu tenho uma amiga que sofre das mesmas loucurinhas da cabeça que eu, inclusive ela chama Gabi também, e um dia enquanto falávamos sobre essa comunidade (um assunto bem interessante, não é mesmo?) nós duas compartilhamos nossa experiência sobre como "aprendemos" HTML enquanto dormíamos também. Sim, isso mesmo, você não leu errado. 

Não sei como é a vida de vocês, e nem como foi sua adolescência, mas a minha foi bem esquisita e, via de regra, eu passava a maior parte do meu dia no computador. Nessas andanças pela rede, acabei me deparando com tutoriais para fazer coisas com HTML (layouts, mudar cores de fonte no subnick do MSN [não sei se aquilo era HTML, mas era código, e pra mim que sou leiga é tudo a mesma coisa], etc.). A questão é que um dia eu eu passei horas e horas tentando mudar a bendita cor de uma frase, não lembro em qual site, mas não conseguia por nada nesse universo infinito. Então eu me irritei (o que é muito comum) e fui dormir porque já era de madrugada e tal. 

*vinheta do Globo Repórter*

No dia seguinte, acordei de um sonho no qual eu estava sentada em frente ao meu computador e sabia exatamente quais letras, símbolos e palavras deveria usar para mudar aquela maldita cor de fonte. Um pouco descrente, fiz exatamente o que vocês já devem ter imaginado: sentei na frente do computador para colocar meu sonho em pratica. E, bom, deu certo.

E é isso. Essa é a história de como surgiu meu parco conhecimento sobre HTML. Graças àqueles sonho eu sei fazer umas coisinhas bem básicas risos. Vou começar a dormir com um bloquinho do lado e anotar as coisas que eu sonhar, especialmente esses temas para postagens. (Sim, as loucurinhas da minha cabeça são bem estranhas).

Essa semana estou beeeem empolgada e talvez haja mais postagens do que o normal. Aguardemos as cenas dos próximos episódios.

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TAG

TAG: Os Últimos

maio 03, 2017

Sobre responder perguntas que ninguém fez ou se interessa em saber as respostas: só posso dizer que amo tags e que adorava responder aqueles caderninhos com questionários na escola (lembra disso?). Então é ~bem~ possível que role bastante disso por aqui. Vi essa em uma das minhas stalkeadas no blog da Mia Sodré



A última série que você viu: Chicago Fire. Sim, é verdade. Inclusive gosto muito de todo o universo e resolvi ver tudo do zero.
O último filme que você viu: Guardiões da Galáxia 2. MEU DEUS DO CÉU que filme bom. Não tava preparada pra tantos tiros. 
A última pessoa que você viu: Umas das minhas tias.
A última música que você ouviu: My Happy Ending - Avril Lavigne. Eu tava voltando da aula de francês e tava tocando na Mix. (E o rádio estava na Mix porque a KissFM tem A Voz do Brasil às 19h hahaha)
O último grupo favorito: Então, grupo de que? Se for de Whats App tá tudo meio morto. Só a família que fica naquele eterno looping de bom dia, boa tarde, boa noite.
A última roupa que usou: Bom, pra não dizer o pijama, foi uma calça jeans, uma blusa de manga comprida preta, uma parca de uma cor que fica entre o o rosa escuro e o carmin, e botas.
A última coisa que comeu: Ainda não comi hoje de manhã (são 10:20), então foi um mini-brigadeiro que veio junto com o capuccino de ontem a noite.
O último doce que comeu: O brigadeiro mencionado acima.


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Gabi Reads

Alguns motivos para ler a série Mortal (In Death)

maio 01, 2017

Olár! Hoje estou aqui para compartilhar com vocês uma série de livros pela qual sou apaixonada desde 2010. Se você acompanha as redes sociais da editora Bertrand Brasil, já deve ter visto alguma coisa sobre a série Mortal, escrita sob o pseudônimo de J.D. RoBB, pela autora norte-americana Nora Roberts. Primeiramente, deixe-me apresentar a Mortal para vocês.



A série se passa numa Nova York futurística, inicialmente no ano 2058. Nessa época, a tecnologia é muito avançada e é possível fazer quase absolutamente tudo: de ter a comida preparada por um AutoChef, até viajar para outros planetas – e ser dono deles. Nossa personagem principal, Eve Dallas, é uma dedicada tenente do departamento de homicídios. Dallas é apaixonada por seu trabalho e basicamente vive em função dele. 

Ao longo dos livros – e devo dizer que são muitos, mas logo eu chego lá – passamos a conhecer mais a fundo a vida da tenente e de seu círculo de pessoas, que é bem pequeno diga-se de passagem. Eve teve um passado difícil e não consegue confiar em quase ninguém, sua vida social se resumindo basicamente a dois colegas de trabalho – que também são figuras paternas para a tenente –, o capitão Ryan Feeney e a doutora Charlotte Mira, além de uma melhor amiga, Mavis Freestone, a quem Eve prendeu algumas vezes. Longa história.

No Brasil, o 26º livro foi lançado em março deste ano. Sim, vocês não leram errado: o vigésimo sexto livro da série Mortal foi lançado em março. 26. É isso mesmo. Lá fora, já estamos com mais de 50 volumes lançados. E por isso eu resolvi fazer esse post: porque uma série tão enorme como esta pode assustar algum desavisado, mas eu juro juradinho que vale muuuuuuuito a pena entregar sua alma e sua vida dar uma chance para essa coleção maravilhosa.

Bom, vamos à listinha: 

1. Histórias envolventes e muito bem escritas
Em cada livro da série Mortal há uma história central diferente, um caso a ser solucionado pela tenente Eve Dallas e seus companheiros. No entanto, há as história secundárias, da vida cotidiana dos personagens que vão evoluindo ao longo dos próximos volumes. É maravilhoso poder acompanhar o crescimento deles. A escrita da Nora é impecável – e a tradução não deixa a desejar também. As pontas soltas que ficam são geralmente das histórias secundárias.

2. Personagens com histórias cativantes que são desenvolvidas ao longo da série
Nem só de Eve Dallas respira a série Mortal. Além dos personagens que citei – Feeney, Mira e Mavis –, temos alguns outros que vão chegando na vida de Eve e vão ganhando espaço nos livros. Vou citar alguns: os policiais Peabody e McNab; a jornalista Nadine Furst e o Summerset (é maravilhosa a interação entre eles hahahah). Eles aparecem com maior frequência nos livros e acabam fazendo parte da vida de Eve. Cada um deles tem um papel e um passado que é contado em cada volume.

3. Surpresas pelo meio do caminho
Eu poderia ter citado outros personagens ali em cima, porém viraria spoilerzinho. Desde o primeiro livro, vamos sendo surpreendidos a cada página. Coisas que você não imagina que poderiam acontecer, acontecem e é maravilhoso.

4. Cenas de ação de tirar o fôlego
Eu disse anteriormente que a Eve é muito boa de briga. Meus caros, ela é foda. Quem se mete no caminho da tenente geralmente se dá mal, seja levando uma bela surra ou uma esculhambada das boas. Amo/sou.

5. Não acaba e te deixa órfã de personagens, sem saber o que ler em seguida
Para mim esse foi o critério mais importante quando resolvi me jogar de cabeça na série Mortal. Vou contar a história: eu e minha querida amiga Ana Luiza estávamos, no auge de nossos 14 anos, numa livraria, como de costume – devoradoras de livros que somos. Lá, Ana visualizou um livro policial e achou incrível, porém viu que fazia parte de uma série e foi procurar o primeiro. Ela leu. Amou. E eu acabei dando uma chance. Amei. Comprei todos os volumes que estavam disponíveis na época (se eu não me engano era uns 12) e passei uma semana muito intensa lendo até doer os olhos, porém sem conseguir para (em média eu leio um livro da série Mortal em um dia ou um dia e meio, porque não dá mesmo pra largar. Você nem percebe que tá lendo). E é isso. Eu, que amo continuidade, sou muito feliz por existir uma série com mais de 50 livros que acompanha os mesmos personagens desenvolvendo suas vidas. (Não é à toa que eu vejo Supernatural até hoje).

É gente, esse post ficou meio longo, me empolguei. Mas juro, deem uma oportunidade para a série Mortal, você não vão se arrepender. A seguir, a ordem cronológica dos livros que já foram lançados no BR (negritei os meus favoritos, mas amo todos) :


1. Nudez Mortal 
2. Glória Mortal
3. Eternidade Mortal
4. Êxtase Mortal 
5. Cerimônia Mortal
6. Vingança Mortal
7. Natal Mortal
8. Conspiração Mortal 
9. Lealdade Mortal 
10. Testemunha Mortal 
11. Julgamento Mortal
12. Traição Mortal
13. Sedução Mortal
14. Reencontro Mortal 
15. Pureza Mortal
16. Retrato Mortal 
17. Imitação Mortal
18. Dilema Mortal
19. Visão Mortal
20. Sobrevivência Mortal
21. Origem Mortal
22. Recordação Mortal
23. Nascimento Mortal
24. Inocência mortal
25. Criação Mortal
26. Estranheza Mortal

Há ainda um livro a parte, com uma história interligada a série mortal que é o Doce relíquia Mortal. Aqui, há duas histórias: uma se passa no “passado” e uma no presente da Eve. Vários outros contos foram lançados em coletâneas lá fora, mas aqui ainda não há uma previsão. Aliás, fica a dica para a Editora Bertrand, que poderia fazer uma coletânea de contos da Série Mortal. Seria lindo!!!!!

P.S.: Eu queria ter postado uma foto da minha coleção, mas eu vivo em SP e eles vivem na casa dos meus pais no interior e não é sempre que vou para lá. Quando tive a ideia para este post não tinha previsão de quando seria a próxima vez que eu viajaria até a cidade deles. 

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