BEDA

BEDA #22 - A vida é foda

agosto 23, 2017


Tantas coisas aconteceram nas últimas três semanas... Parece que tudo ia bem, mas, de repente, o mundo começou a ruir ao meu redor e as coisas degringolaram na minha vida. Tenho me sentido tão emocionalmente drenada que o cansaço se torna até mesmo físico. Não consigo fazer direito  minhas obrigações (estar desmotivada contribui muito para isso) e também não sou capaz de relaxar e aproveitar as atividades que gosto (ler, ver séries). O estresse e a ansiedade são tão grandes que me sinto vazia de vez em quando. Sabe quando mil coisas estão acontecendo e você deveria estar se preocupando e fazendo alguma coisa para resolver, mas se sente tão sobrecarregada que fica até meio apática? Então, é isso que tenho sentido. Minha cabeça até falha às vezes, parece que me dá um branco e eu perco as palavras, a linha de pensamento, me perco no meio dos assuntos. Está foda. 

Quero conseguir terminar esse BEDA para sentir, pelo menos uma vez depois de tanto tempo, que eu consigo finalizar alguma coisa que comecei. Os últimos posts não tiveram a qualidade que eu queria manter durante esse mês, mas, fazer o quê?, a vida se mete no meio dos nossos planos e impõe o que ela quer e não o que a gente planejou. Se desse pra seguir o cronograma, nossa, seria perfeito! Espero voltar com boas noticias nos próximos dias e me animar um pouco para conseguir escrever melhor, e trazer coisas mais felizes para cá. Cansei dessas energias negativas que têm me cercado. 

Por hoje é isso.

Me marquem nas TAGs, que tô sem pauta essa semana.

BEIJOS

PAZ

BEDA

BEDA #21 - Sobre entrar em furadas

agosto 22, 2017

Sabe quando você entra numa grande furada? Mas, tipo, você percebe na hora que é uma grande perda de tempo fazer determinada coisa, mas mesmo assim, por n motivos, vai lá e faz. Os dias passam, você tenta se convencer que vai melhorar, que vai ser bom, mas no fundo (ou não tão no fundo) fica mais claro que você fez uma grande besteira?

Nunca entendi a expressão "não adianta chorar pelo leite derramado", até que um dia derrubei todo meu leite na toalha limpinha da mesa da cozinha e fiquei super pensando "putz que merda eu fiz", ai que eu entendi. Não adianta querer voltar atrás e arrumar o que aconteceu, só nos resta tentar não repetir o erro (ou tomar cuidado para não derrubar mais o leite)
O post de hoje é para dizer que: ENTREI NUMA GRANDE FURADA

Podia estar falando do BEDA, mas não, apesar de ter falhado um dia e isso estar me irritando muito, esse eventinho de agosto (ou abril) que une a blogsfera é e está sendo lindo (me deixando louca, porém tá tudo maravilhoso).

Ainda bem que tudo tem prazo de validade e essa enrascada na qual eu me meti tem data para acabar.

PAZ

(não tinha post para hoje e isso estava me deixando nervosa; ainda bem que lembrei que desabafo também conta em blog pessoal... mesmo um tão sem pé nem cabeça, mas é não se pode dar nomes aos bois)

BEDA

BEDA #20 - Lendo Os Miseráveis: semana 3

agosto 21, 2017

(tentando ignorar a falta de post de sábado que fez com que a ordem dos números ficasse alterada. com fé em Deus vou conseguir deixar isso pra lá)

Mais uma semana de leitura muito agradável de Os Miseráveis se passou, e aqui estou eu para falar sobre minhas impressões em relação a essa narrativa tão densa e repleta de criticas sociais e políticas (que, infelizmente, parecem ser atemporais) escrita por Victor Hugo. Bom, seguindo o nosso querido cronograma, finalmente concluímos a leitura da primeira parte intitulada FANTINE.



Só para relembrar, até aqui ficamos conhecendo, pensando em personagens principais, o Monsenhor Bienvenu, Jean Valjean, Fantine, Cosette (que ainda é uma criança) e Javert. Na semana passada, eu havia parado na parte em que Fantine desmaia depois que o sr. Madeleine (que na realidade é Jean Valjean) a salva de ser presa por Javert.

Depois de descobrir que a vida de Fantine tinha sido arruinada, o sr. Madeleine (JVJ) a levou para sua casa onde montou uma enfermaria para atendê-la. A moça caiu doente e lhe deram poucos dias de vida. Assim, o prefeito logo tomou providências para que mandassem Cosette, filha de Fantine, de volta para o lado da mãe. Mas é claro que, aproveitadores que eram, os estalajadeiros Thénardiers passaram a cobrar altos preços alegando que só mandariam a menina quando uma suposta divida de remédios e tratamentos fosse paga. 

Nesse meio tempo, Javert aparece na casa do Maire (prefeito) contando uma louca história sobre como ele havia destratado um superior, no caso o próprio Madeleine, "acusando-o" de ser o tal Jean Valjean. O oficial diz que percebeu o erro quando lhe mandaram uma resposta de que o tal homem havia sido preso novamente e que três outros presidiários o reconheciam dos tempos das galés. Isso incita uma crise de consciência e medo em Jean Valjean (sr. Madeleine), que não consegue se decidir se deve ou não ir se entregar no lugar do homem que seria julgado como sendo ele. Sua consciência se divide entre se entregar e voltar para a cadeia, mas livrar um homem inocente, ou ficar quieto e continuar ajudando Fantine e a todos os moradores da cidade. Por fim, ele resolve contar quem é o verdadeiro Jean Valjean (não sem antes passar por muitos desafios e provações no caminho para a cidade onde o julgamento aconteceria, chegando a crer que os impedimentos eram providência divina). 

"Pela primeira vez em oito anos, o infeliz acabava de sentir o sabor amargo de um mau pressentimento e de uma má ação"
- Victor Hugo


Fantine, durante os dias em que o maire ficou fora, acreditava que ele havia ido buscar Cosette para lhe fazer uma surpresa. Ledo engano. A surpresa foi que, quando chegou à sua cidade, Jean Valjean encontrou uma Fantine muito debilitada, porém com um aspecto momentaneamente saudável causado, talvez, pela esperança de ver a filha. Porém, esse momento logo passou quando Fantine avistou Javert, que chegou para levar Jean Valjean. Nesse momento, Fantine descobre que Cosette não está ali e acaba falecendo de desgosto. 

Jean Valjean não se deixa prender, no entanto. Ele foge da delegacia e, como sabemos, irá buscar Cosette e protegê-la como prometeu para Fantine.

Nessa semana de leitura, o cronograma previa uma parte bem pequena, menos de 100 página (99 para ser exata risos), então não há muito o que contar. O livro continua naquele esquema de ir contando fatos que constroem a narrativa aos pouquinhos e fazem todo o sentido quando nos deparamos com determinado personagem em determinada situação. Estou gostando muito de conhecer pequenos detalhes históricos que, por falta de tempo, aprofundamento e pesquisa, acabamos não conhecendo durante nossas vidas acadêmicas. 

Acompanhe minha leitura!


BEDA 2017

BEDA #19- TAG: Minha letra é assim

agosto 20, 2017

Nem acredito que hoje já é dia 20 e que eu estou aqui, firme e forte e quase falecendo. Para celebrar esse momento de grande vitória vou apresentar minha bela só que não caligrafia para vocês. Vi esse meme/tag (cada um chama do jeito que quiser) no Beyond Cloud Nine e achei super válido responder também (e eu estava sem ideias de pauta para o dia de hoje).

Enfim, vamos ao que interessa! Primeiramente, as perguntas:

1. Qual o seu nome?
2. URL do seu blog?
3. Escreva: "The quick brown fox jumps over the lazy dog".
4. Citação favorita?
5. Música favorita no momento?
6. Cantor/banda favorita no momento?
7. Diga o que quiser.
8. Indique 3 ou 5 blogs.


As respostinhas:



E a "tradução" da minha letra para quem não conseguiu entender:
  1. Gabriela
  2. odecimoterceiroandar.blogspot.com
  3. The quick brown fox jumps over the lazy dog
  4. "In 900 years of time and space, I've never met anyone that wasn't important"
  5. All I Want - A Day to Remember
  6. A Day to Remember
  7. Não sei o que escrever
  8. Cêis tudo ai que leram esse post!
Sou destra e estou num momento muito intenso de ouvir A Day To Remember (tenho isso umas duas vezes por ano, passo dias e dias só ouvindo eles). 

Quero conhecer a letra de vocês todos! Se fizerem a TAG não esqueçam de deixar o link aqui! 

💛

BEDA

BEDA #18 - O que postar?

agosto 18, 2017

Olár pessoinhas! Como você estão? Eu queria dizer que estou achando maravilhoso conhecer novos blogs e ter essa interação bacana proporcionada pelo BEDA. Tenho ficado muito feliz com os comentários que recebo e isso, migas, tá me ajudando a não desistir. Então, muito thanks!

Eu tinha colocado na minha pauta para hoje escrever sobre "querer ser escritora, mas não conseguir escrever". Então, bom, sentei para escrever o post, e voilà, não consigo escrever. Muito bom, né? Tudo bem que a intenção era falar sobre não conseguir escrever, tipo, um livro. Mas se eu não tô sedo capaz de fazer post, imaginem, então, vomitar no Word uma história grande e publicável? Bem difícil. 

Acho que já comentei por aqui que tenho uma história de com 40 mil palavras já escritas, mas não consigo voltar para ela. Eu tenho tudo bonitinho, personagens, backstories, resumo de enredo, etc. etc. Só que toda a maldita vez que pego nela para escrever, me vem um bloqueio gigantesco e eu não sei como continuar. É foda. 

Essa semana dei uma olhada nuns arquivos antigos e encontrei um texto que escrevi. É meio que o começo de uma outra história. Não me lembro quando escrevi, nem qual era o rumo que isso ia tomar, nem se tinha um rumo: às vezes eu tenho dessas de imaginar cenas na minha cabeça que são super legais, ai eu escrevo, mas só fico com aquilo ali solto. 

Agora tô com vontade de sentar um pouco e pensar sobre esse texto que escrevi, dar mais forma para ele, criar o resto da história. Mas não consigo, porque na minha cabeça eu preciso terminar uma coisa antes de começar outro. Ai não faço nada. 

Enfim, esse post é meio que um tapa-buraco pro BEDA, mas é também para pedir ajuda: como super um bloqueio criativo que já dura anos? S.O.S.

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